Motoqueiros matam e morrem

Quando as autoridades irão perceber que motoqueiros estão matando e morrendo em Juiz de Fora? É só ler as estatísticas. Somente nesta sexta (13) foram SETE ocorrências.

Eles perderam o medo de morrer. Costuram o trânsito de um lado para o outro sem nenhum sinal de medo. Andam em alta velocidade passando em frente aos agentes e policiais de trânsito e nada acontece.

Quem anda na cidade, sabe perfeitamente que idoso ou não, todos nós somos constantemente surpreendidos por esses “marginais de capacete”, que não temem a morte nem deles nem de ninguém.
Sem contar os marginais das bicicletas quem trafegam na contra mão, nas calçadas e ainda avançam sinais.
Onde vamos parar?

Importante ressaltar a diferença de motoqueiro e motociclista.
O motociclista é aquele que usa o veículo para transportá-lo do local A para o B.

O motoqueiro – facilmente reconhecido pela sua postura curvada, é um ser possivelmente problemático psiquiatricamente, que não vê perigo em nada e transita em ziguezague entre os veículos, provocando o tal efeito surpresa.
Para colaborar, qualquer um hoje em dia, pode comprar uma motocicleta e pagar em trocentas vezes.
Em meados de fevereiro, ia atravessar a Rua Carlos Chagas notei que pela Rua São Mateus vinha uma moto de entrega. Olhei a seta do veiculo e continuei a travessia. Apagada.  Qual não foi minha surpresa e susto, quando o piloto dobrou a rua em minha direção. Por um triz!
Na hora reclamei: liga a seta!
E só recebi um sinal com o dedo médio em riste.
Seria eu, mais uma vítima ou quem sabe, mais um morto.
O marginalzinho literalmente “não estava nem ai”.
Mais uma vez pergunto: Quantos acidentes ainda vão acontecer tendo essa gente como protagonista?
Quantas pessoas já perderam a vida pela irresponsabilidade deles?
– Ah, mas eles precisam cumprir horário – vão dizer os seus representantes.
E nós, vulneráveis a esses acidentes vamos retrucar: existem muitos motociclistas responsáveis que também trabalham em entregas.

O mais importante é saber: quando isso vai ter um basta?
Só quem pode responder são as autoridades de trânsito. Eu digo gente que conhece trânsito e não infelizes figuras que aparecem na mídia, como se entendessem do assunto,puicando seus “festival do óbvio”,  apenas visando aparecer para se eleger a algum cargo.

Chega de mortes! Chega de irresponsabilidade desses criminosos de duas rodas!

As imunes operadoras de telefonia

Vou acabar virando o “rei” dos processos contra operadoras de telefonia e outros bandidos que nos roubam diariamente.
Já tenho um processo contra a OI FIXO por cobrança irregular. Houve uma audiência, em primeira instância, onde a magistratura fez um “verdadeiro teatro”, criticando os advogados da operadora que não apresentavam contestação. A seguir disse que partiria para a sentença. Resultado: em duas horas expediu uma decisão favorável a empresa e não a mim. Recorri ao Tribunal na capital.
Há três meses mudei de residência e após três dias o identificador de chamadas (BINA), parou de funcionar. Reclama daqui e dali e nada . Recebi ligações com perguntas imbecis do Call Center e até agora nada. Saída: denúncia junto a Anatel. Resultado: até agora, três meses depois não funciona e ninguém faz nada.
Outro dia entro no banco Itaú da Av. Rio Branco, e como cidadão consciente dos meus direitos, apanhei uma senha. Batata! Trinta minutos para ser atendido. Avisei ao gerente que iria denunciar e ele ficou palido – já devia ser recorrente. Ao ser atendido exigi o carimbo com horário do atendimento. Já havia feito isso, e foi motivo de ampla discussão aqui no site, contra o banco Real.
Meu filho abriu uma loja de presentes e caiu na asneira de contratar o serviço banda larga da Claro. O plano consiste em fornecer acesso banda larga até o limite de 3 gigas. A partir daí é cobrado 10 centavos por megabyte utilizado. A primeira conta veio com valor de R$ 8,00 aproximadamente. Entrou no segundo mês e notou que apenas o fato de conectar já cria tráfego – lembrando que a Claro não fornece contador acumulativo. Sem nenhum programa “rodando” e sem navegar, gera um tráfego fantasma grande. Fomos testar e em uma hora já havia consumido quase 50 megas. Um absurdo! Roubo!
Reclamamos e qual não foi nossa surpresa ao saber que a conta que vence hoje e que não recebemos tem um valor de R$ 122,00 de adicional totalizando R$ 167,00, enquanto que o combinado seria R$ 44,00 até o limite de cinco gigas.
Liguei para a Claro e nada. Exigi que eles provassem o consumo e eles dizem que o “procedimento” é este. Ou seja: pagar e esquecer. Recorri a Anatel. Protocolo feito vou aguardar. É nosso pensamento cancelar esse “roubo”, mas, para isto temos que pagar algo em torno de R$ 400,00 de multa.
Ainda sobre a loja, meu filho solicitou um número fixo. Instalado pela OI FIXO o número já está instalado desde março, sendo divulgado em marketing e outros procedimentos de propaganda. Ontem, vi uma moça distribuindo o novo catálogo da Guiatel e na loja de meu filho, não entregou. Indaguei por que, e a mocinha me disse que não consta na lista o nome da firma/loja. Liguei para o atendimento da OI FIXO e lá a atendente me informou que, no ato do pedido de instalação foi solicitado não constar na lista. Ora, como uma loja que precisa ser divulgada faz um pedido desse?
A atendente, notando a gravidade do fato me disse que a partir desse mês e até um ano, a linha receberia um bônus de 80 minutos mensais como forma de se redimir. Mas, não vamos ficar por ai. Vejam o prejuízo que a falta de citação em uma lista telefônica causa a uma loja. Claro (hic) que já acionamos nosso advogado para entrar contra a empresa pedindo pagamento de danos.
O País vive esse drama. As operadoras fazem o que querem. As Agências reguladoras fingem proceder a medidas e nada acontece. A Justiça, amparada por leis mal escritas, dá amparo a esses crimes. E o pobre mortal brasileiro, precisando desses serviços, vai sendo ludibriado, roubado, sacaneado. Sem contar os “teatrinhos” de alguns togados.
Eu não desisto mesmo correndo o risco de novo infarto, pois é difícil travar um diálogo com os pobres despreparados atendentes de call Center de operadores. Continuarei reclamando e denunciando. O País deveria fazer o mesmo. Se todos fizessem, teríamos muitas mudanças a nosso favor.

Será que ninguém vê ?

Já há algum tempo que tenho sido cobrado por deixar de escrever.
Não sei se foi a morte da Hilda que me fez postergar ou até mesmo tanta coisa errada que vejo no dia a dia e que me encontro “seco’ para transformar, claro, em críticas.
A política, a polícia, o trânsito e seus “engenheiros de obra pronta” que usam da mídia para se promoverem, publicando comentários óbvios. A área de trânsito, esta cheia de caciques sabichões. E o nosso doente cada vez pior.
Teimava em ser contra, agora vemos alguns comandantes pregando a importância dessa política de segurança. Algo praticado em todas as grandes cidades do mundo.
Mas, o que vemos na prática são policiais despreparados, que andam pelas ruas como se fossem Rambos, de cara amarrada para o cidadão de bem. Que policial comunitário é esse?
Enfim, gostaria muito de “deixar prá lá”. Afinal o povo já tem seus representantes no legislativo. Mas, meu sangue de jornalista, desde os 13 anos, faz com que mais que a profissão a justiça fale mais alto e minha única saída é denunciar, me expor, criticar e mostrar o quanto nossos agentes erram ou fingem que não estão vendo.
Na primeira foto, na Rua São Mateus, no dia 30 de junho, às 12:57h, uma cegonha parava o trânsito procurando desviar dos fios de telefone que cortam a via.
Detalhe: em frente ao Posto Policial que em momento algum se pronunciou.

Na segunda foto, no mesmo dia, horas depois (14:48h) resgistra na Av. Rio Branco a posição irregular de um veículo transportando madeira, quase tombando.
Detalhe: se tombasse seria em cima de uma viatura policial que estava ao lado. O que os policiais fizeram? Não viram ? Eu vi.

Por esta e por outras é que a violência cresce, o trânsito impossível e a linha de trem na sai, multas e mais multas para os incautos que param em algum lugar proibido (mesmo que seja com um metro dentro do limite) para engrossar os cofres municipais, brigas de gangues na Internet avisando quando e onde vão agir.
Enquanto isso o prefeito não vê uma cidade com Dengue. Um Hospital que não passou de uma placa. Um sistema de saúde sem médicos. Uma cidade suja. E ainda chama isso de “Nova Juiz de Fora”.
Por outro lado, o povo assiste aos seus representantes no Parque Halfeld, como de costume, distribuindo moções e títulos de cidadania (até a gestora de museus em São João Del Rey e Belo Horizonte foi agraciada), enquanto outros que muito fizeram por nossa cidade, não receberam uma virgula de homenagem (leia-se José Carlos Lery Guimarães, Waltencyr Lawal, Hilda Baptista, Nery Mendonça e tantos outros). Paciência Juiz de Fora! Saiba que eu e muitos dos milhares de seus filhos ou não, continuamos a te amar. Por isso cobramos de quem não te ama.

Sinduscon de JF realiza Ciclo de Palestras

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Juiz de Fora (Sinduscon-JF), em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), promoveu, no dia 01 de julho, a segunda edição do Ciclo de Palestras e Debates sobre Habitação. O evento aconteceu na sede da Fiemg Regional Zona da Mata e contou com a participação de lideranças políticas e empresariais. Tive a honra de ter sido o Mestre de Cerimônia. A abertura do Ciclo foi realizada pelo o presidente do Sinduscon-JF, Leomar Delgado (na foto a meu lado) e pelo superintendente da CEF no Sudeste de Minas, José Henrique Marques da Cruz.

Durante o evento foi abordado, através de palestras e debates, o cenário econômico atual da indústria da Construção Civil. Os temas enfocados foram: “Dinâmica do Crédito Imobiliário na Caixa”, ministrado pelo gerente nacional do Crédito Imobiliário da Caixa, Carlos Vieira; “Sistemática da Análise de Crédito”, apresentado pela gerente de Serviço da Análise de Risco de Crédito da Caixa, Aruza Ivette Guimarães; “Programa Minha Casa, Minha Vida – Fase 2”, abordado pelo economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) Luis Fernando Melo Mendes; e “Cenário e as Perspectivas para a Habitação”, apresentado pelo superintendente nacional do Programa Minha Casa, Minha Vida, José Urbano Duarte.

Após as palestras, foi aberto espaço para questionamentos e perguntas do público sobre os assuntos tratados. O encerramento do evento foi marcado por um coquetel de confraternização.

Agradeço a estagiária de Comunicação Fernanda Pereira e a jornalista Ludmila Noronha da FIEMG-JF, pela remessa da matéria e ao fotógrafo Arlen Cézar pelo registro fotográfico.