O segredo da Felicidade

Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros :sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.

Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade…
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.
Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes…
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes…
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além
do normal para serem felizes …
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver !
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira. naquela pessoa.
E jamais está à venda .
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba : a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve

A sorte

Muitas pessoas falam em sorte…. mas será que a sorte existe mesmo? Você já parou pra pensar sobre isso?

Era uma vez dois irmãos, Nelson e Vítor, que foram trabalhar numa mesma empresa. Como tinham pouca instrução e pouca experiência eles começaram na função de faxineiro. Os dois passavam os dias trabalhando pesado, mas sempre muito satisfeitos, afinal estavam trabalhando e podiam ter um salário no final do mês.Os meses iam passando e um dia foi oferecida a oportunidade para todos os funcionários que quisessem, depois do expediente, ficar até mais tarde e cursar o supletivo por conta da Empresa. Era a oportunidade para quem quisesse estudar e assim, quem sabe, ter novas oportunidades no futuro, sem ter que pagar nada.
Alguns funcionários se interessaram pela oportunidade, mas outros não quiseram nem saber.
E, Nelson, um dos irmãos agarrou imediatamente esta chance, já o outro, Vítor, acomodado à própria situação, disse: – Eu, hein, fazer hora-extra sem receber nada pra isso? To Fora! Vou embora pra minha casa, descansar porque no final do mês o salário vai ser o mesmo.E assim, Nelson querendo muito concluir seus estudos passou a trabalhar com muita dedicação, e depois do expediente, mesmo cansado, sempre ficava para as aulas do supletivo.
Depois de seis meses, a história se repetiu: uma nova oportunidade apareceu, agora um curso de informática. Os funcionários interessados poderiam fazer o curso gratuitamente, depois do expediente. E novamente Nelson, que já estava quase concluindo o supletivo, agarrou a chance e agora além de assistir as aulas ainda fazia o curso de informática… acabava ficando muito cansado, deixou as farras de lado, o futebol com os amigos e muitas vezes nem dormia direito. Quando chegava em casa ainda ouvia seu irmão, Vítor, dizendo:
– Você é um bobo mesmo…. fica se matando no trabalho, sendo explorado…. olha eu já tô em casa há um tempão, joguei uma pelada, tomei aquela cerveja gelada com a galera, descansei, e você só tá chegando agora…. Não sei pra quê isso… no final do mês vamos ganhar a mesma coisa.
E assim os meses foram passando, Nelson sempre agarrando todas as oportunidades que apareciam… fez todos os cursos que podia. Aproveitava o tempo para aprender coisas novas e apesar de continuar trabalhando como faxineiro, acabou se destacando dentro da empresa. E á medida que iam surgindo vagas dentro da empresa, Nelson ia sendo promovido.Com isso ele acabava tendo ainda mais trabalho e se esforçando cada vez mais.O trabalho aumentava, o salário nem tanto, mas Nelson se preocupava mesmo era com o aprendizado que ele vinha tempo… quantas e quantas coisas novas ele estava conhecendo…. e isso o tornava um homem muito feliz.
Depois de alguns anos Nelson acabou alcançando o cargo que ele realmente merecia, tornou-se gerente da empresa, não apenas mais um gerente, mas sim o melhor gerente da empresa. E no dia em que foi promovido Nelson acabou tendo uma grande surpresa, seus colegas de trabalho fizeram uma festa para homenagear aquele funcionário tão dedicado.
Durante a festa um dos funcionários se aproximou do irmão de Nelson, o Vítor, e sem saber o parentesco entre os dois disse:
– Nossa que formidável este gerente, não é mesmo?
Vítor, um pouco sem graça, disse:
– É… ele é mesmo formidável…. e ele é meu irmão…
O funcionário, achando estranho, falou:
- Seu irmão? Ué mas ele é gerente e você faxineiro…
E Vítor, alegre pelo sucesso do irmão, mas triste por ter sido sempre tão preguiçoso, apenas respondeu:
– É… é que ele teve sorte na vida…!
Muitas pessoas falam em sorte…. mas será que a sorte existe mesmo?
Você já parou pra pensar sobre isso?
Será que a sorte existe ou nós é que fazemos a nossa sorte?
Pense bem…. porque se você é daquele tipo que acha que não tem sorte na vida…. chegou a hora de avaliar muito bem a maneira como você está vivendo, e como você está se comportando no seu trabalho….Lembre-se, muitas vezes precisamos nos esforçar mais do que o necessário e não esperar uma recompensa imediata.Saiba esperar, mas esperar correndo atrás, e um dia a sua hora de vencer vai chegar…

Regras para ser feliz

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria.

Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu ajuntar significativa fortuna.
Todavia, o grande empresário, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz.
Desejava a felicidade, mas um grande vazio lhe perturbava a alma e as tribulações das horas lhe roubavam a paz.
Um dia, ouviu falar da existência de um velho sábio conhecedor de regras eficientes para quem deseja ser feliz.
O executivo não teve dúvidas.
Muniu-se dos recursos necessário e saiu a procurá-lo.
Após longa e exaustiva busca, chegou ao lugarejo onde residia o tal sábio.
Algumas informações a mais, e lá estava ele, frente a frente com o ancião.
A expectativa era tanta que ele foi direto ao assunto.
“Ouvi dizer que o senhor sabe a receita para se conquistar a felicidade, e o que mais desejo é ser feliz, pode me ajudar ?” Perguntou ansioso.
Bem, respondeu o sábio, na verdade as regras são muito simples.
A primeira delas é prestar atenção.
A segunda, é prestar atenção.
E a terceira e última é prestar muita atenção.
O executivo pensou que ele só podia estar brincando, mas depois de ouvir algumas considerações, foi mudando de idéia.
O ancião falou com sabedoria :
“quem presta atenção em tudo o que acontece na sua vida, consegue ser feliz.”
- Preste atenção no que as pessoas lhe dizem.
Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.
- Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere, sinta o seu sabor.
- Preste atenção em tudo à sua volta…
- Olhe com atenção uma noite enluarada, um amanhecer de ouro…
- Contemple, com atenção, um jardim que explode em perfumes e cores…
- Uma cascata estirada sobre a montanha rochosa…
- Observe com atenção um bando multicor de aves cruzando os ares…
Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário…
- Preste atenção na chuva que cai abençoando o solo. Imagine os lençóis dágua, espalhando fertilidade e vida…
- Detenha-se a observar o trabalho das formigas, sua organização, sua perseverança.
- Acompanhe com atenção o desabrochar de uma rosa… sinta o seu perfume.
- Enfim, observe atentamente as coisas aparentemente “simples” ao seu redor.
- Em pouco tempo você perceberá que há muito mais coisas boas do que ruins, e que temos um Deus que fez tudo isto para nós e isso o fará feliz.
Depois de ouvir atentamente os conselhos do velho sábio, o empresário já estava se sentindo mais alegre e disposto a lutar pela felicidade tão almejada.
As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria.
Mas, embora elas se repitam incessantemente, os minutos já não são os mesmos e as circunstâncias mudam a cada segundo.
Dessa forma, a cada hora temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade, basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que a nossa atenção deve voltar-se para as coisas realmente positivas.

Mães más

maeO texto abaixo foi publicado há um tempo atrás, por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe – Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta.

“Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono:
– “Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci… Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
“Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo…
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e “fuçava” nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela “violava as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalhos que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!”
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “PAIS MAUS”, como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!