Amizade

A força da amizade vence todas as diferenças…
Aliás… para que diferenças se somos amigos?
Quando erramos… nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos… não nos importamos…Trocamos segredos…e respeitamos as divergências…
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo…
Amigos sem cor… sem idade…Amigo é só amigo…
Nos amparamos…nos defendemos…sem pedir…
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer…
Nos reverenciamos… adoramos…idolatramos… apreciamos… admiramos.
Nos mostramos amigos de verdade, quando dizemos o que temos a dizer…
Nos aceitamos , sem querer mudanças…
Estamos sempre presente, não só nos momentos de alegria, compartilhando prazeres, mas principalmente nos momentos mais difíceis…
Não tiramos a liberdade…não sufocamos… não forçamos nossa presença…
Estamos perto quando de nós necessitam…e ao nos afastarmos, respeitamos sempre a individualidade alheia.

A amizade não se força…Mas tem uma força que se intensifica a cada instante

O nevoeiro da Incredulidade

Só há uma palavra suficientemente poderosa para vencer o desespero: a fé.

A primeira mulher a atravessar a nado o Canal da Mancha foi uma jovem de vinte anos de idade. Seu nome era Gertrude Ederle e esse fato se deu no dia 6 de agosto de 1926.
Depois dela, uma outra mulher, de trinta e quatro anos, Florence Chadwick, tornou-se a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha, nos dois sentidos.
Mas, em 1952, essa mesma mulher decidiu atravessar a nado os 33 km entre a Ilha de Catalina e Long Beach, na Califórnia.
O dia 4 de julho, escolhido para a proeza, não estava propício. A manhã estava muito fria e havia um nevoeiro intenso.
Ela se preparou e mergulhou na água. Contudo, mal conseguia ver os barcos que a acompanhavam. O nevoeiro era denso.
O frio e o cansaço não conseguiam fazê-la desistir. Ela podia ouvir as vozes de incentivo do treinador.
Contudo, as forças a foram abandonando. Ela continuou nadando. Era a sua determinação a lhe ordenar que prosseguisse.
Mas, um pouco antes de chegar à praia, ela pediu para ser recolhida a bordo. De nada valeram as rogativas de sua mãe e de seu treinador.
Não posso mais! Não agüento mais! Dizia ela.
Minutos depois ela descobriu que restavam apenas oitocentos metros para chegar à praia.
Ante a desolação dos que lhe seguiam os esforços de perto, incentivando-a, falou: “não estou dando desculpas, mas se eu tivesse conseguido ver a praia, poderia ter chegado até lá.”
Florence Chadwinck foi vencida não pelo frio, nem pelo cansaço. Foi derrotada pelo nevoeiro.
Com os homens, ocorre de forma semelhante. O nevoeiro da incredulidade interfere em muitos caminhos.
Quando o incrédulo se vê a braços com dores profundas, permite-se a desesperança.
Quando a morte lhe vem arrebatar um ser querido, para o conduzir ao reino dos espíritos, ele se desespera. Desiste de viver.
Acredita-se sem forças e não consegue vislumbrar uma réstia de esperança. Tudo lhe parece envolto em brumas.
Por não crer que a vida prossegue para além da área física, mais se desalenta.
Se as dificuldades financeiras se avolumam, o emprego corre riscos e o chefe se mostra irritadiço, ele se angustia.
Tudo lhe parece intransponível, uma carga excessivamente pesada.
Em tal clima, alguns chegam à depressão e até ao suicídio.
E, no entanto, a anotação Evangélica estabelece que tudo é possível àquele que crê.
A fé clareia as noites mais sombrias. Nas paisagens do inverno rigoroso é ela que nos permite antever a primavera, cobrindo de flores os jardins.
Por isso, se o nevoeiro da incredulidade estiver a insistir na paisagem dos seus dias, busque estudar e meditar acerca daquilo que hoje você afirma não crer. Permita-se iluminar pelo sol que dissipa as nuvens e espanca as trevas. O sol chamado reflexão.

Um presente inesquecível

Os presentes mais especiais da nossa vida são pequenos, silenciosos, e não custam nada. Basta usar a imaginação e abrir o coração.

Era uma vez uma menina chamada Luíza, de 7 anos. Um dia, enquanto brincava com as bonecas na sala, escutou sua mãe comentar com algumas amigas que, no dia seguinte, faria 30 anos.
Luíza lembrou que nunca tinha comemorado o aniversário de sua mãe. E que também nunca tinha visto a mãe ganhar um presente. Luíza pensou como era bom fazer aniversário, ganhar presentes, e decidiu comprar um presente para sua mãe.Luíza foi até o cofrinho, juntou todas as moedas e se dirigiu à loja da esquina.
A menina andou a loja toda, mas estava difícil encontrar um presente que pudesse se encaixar no preço das suas economias. Luíza viu alguns bibelôs, mas logo pensou que sua mãe teria que tirar a poeira todos os dias. A menina viu também umas caixinhas de doces, mas lembrou que sua mãe era diabética. Ela andou, andou, até que finalmente, conseguiu comprar um pacote de grampos de cabelo. Os cabelos de sua mãe eram longos e escuros.Ela costumava enrolar os cabelos duas vezes na semana e, quando os soltava, ficava parecendo uma artista de cinema.
Quando chegou em casa, Luíza embrulhou os grampos em uma página de histórias em quadrinhos do jornal, porque não sobrou dinheiro para papel de presente.
E na manhã seguinte, durante o café, Luíza pegou o pacote, entregou à sua mãe e disse:
- Feliz aniversário, mamãe!
A mãe ficou surpresa, lágrimas rolaram pelo seu rosto e logo abriu o pacote. Muito emocionada, a mãe fez questão de mostrar ao marido e aos outros filhos, dizendo:
- Vocês sabem que este é o primeiro presente de aniversário que recebo na vida?
A mãe beijou Luíza, agradeceu o presente e foi para o banheiro lavar e enrolar os cabelos, usando os grampos novos.
Quando a mãe saiu da sala, o pai se aproximou de Luíza e contou:
- Minha filha, quando eu era pequeno, lá no sertão, não nos preocupávamos em dar presentes de aniversário para adultos, só para as crianças. E, na família de sua mãe, eles eram tão pobres que nem isso faziam. Mas vocême fez ver, hoje, que isso precisa mudar.
E a partir daquele dia todos começaram a dar presentes, uns aos outros.
O tempo foi passando. Os filhos cresceram. As condições da família melhoraram.
Até que chegou o dia em que a mãe de Luíza iria completar 50 anos. Os filhos todos se reuniram e compraram um lindo anel com uma pérola e muitos brilhantes.
Prepararam uma grande festa e o filho mais velho foi escolhido para entregar o anel, em nome dos irmãos. A mãe olhou aquela bela jóia, e mostrou o presente a todos os convidados. Para cada convidado, ela falava:
- Veja, veja, não tenho filhos maravilhosos?
Todos ficaram muito felizes. No final da festa, depois que todos os convidados já tinham ido embora, Luíza foi ajudar na arrumação. Ela estava lavando a louça na cozinha, quando ouviu seus pais conversando na sala. Seu pai dizia:
- Nossa, meu amor, que lindo anel nossos filhos te deram. Acho que foi o melhor presente de aniversário de sua vida….
E depois de um breve silêncio, Luíza ouviu a voz de sua mãe, muito doce, responder:
- Sabe eu estive pensando. É claro que este anel é maravilhoso, lindo, caro…Mas o melhor presente que ganhei, em toda minha vida, foi aquela caixa de grampos, quando fiz 30 anos. Aquele presente foi inesquecível.
Luíza ficou muito feliz e descobriu que a importância de um presente não está no seu valor mas no carinho com que ele é dado.
Os presentes mais especiais da nossa vida são pequenos, silenciosos, e não custam nada. Basta usar a imaginação e abrir o coração. Se você nunca presenteou ninguém com flores, com um cartão escrito de próprio punho; Se você nunca surpreendeu alguém com uma festa surpresa, um presente inesperado, que tal tentar hoje?   

A Mariposa e a Estrela

O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.

Conta a lenda que uma jovem mariposa de corpo frágil e alma sensível voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante e se apaixonou.
Voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor, mas a mãe lhe disse friamente:
que bobagem! As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.
Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta e pensava: que maravilha poder sonhar!
Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante e demonstrar seu amor. Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando à estrela, então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse e, quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.
Sua mãe ficava cada vez mais furiosa e dizia: estou muito decepcionada com a minha filha. Todas as suas irmãs e primas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Você devia deixar de lado esses sonhos inúteis e arranjar um amor que possa atingir.
A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo, como, aliás, sempre acontece, ficou marcada pelas palavras da mãe e achou que ela tinha razão.
Por algum tempo, tentou esquecer a estrela, mas seu coração não conseguia esquecer a estrela e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.
Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas, quando a manhãchegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo que via à sua volta.
Lá do alto podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas e irmãs játinham encontrado um amor, mas, ao ver as montanhas, os oceanos e as nuvens que mudavam de forma a cada minuto, a mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.
Muito tempo depois resolveu voltar à sua casa e aí soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs e primas tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.
A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo que, às vezes, os amores difíceis e impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles amores fáceis e que estão ao alcance de nossas mãos.
Com esta lenda aprendemos duas coisas: valorizar o amor e lutar pelos nossos sonhos, porque sabemos que é a realização deles que nos faz feliz e lembremos:
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.