O Poder da Avaliação

ESTAMOS TÃO PREOCUPADOS EM MOSTRAR QUE SOMOS O “MÁXIMO” que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o “MÁXIMO” são ELES.

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super confiantes simplesmente disfarçam melhor.
Não escapam pais, professores, chefes, nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro
Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada artigo que escrevo e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros.
Segurança não depende da gente, depende dos outros.
Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de “validação”, embora para os estatísticos o significado seja outro.
Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos.
Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente.
Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja.
O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: “Você tem significado para mim”. Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: “Amo você!”.
Quem cunhou a frase “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a própria insegurança que não temos tempo para sair validando os outros.
ESTAMOS TÃO PREOCUPADOS EM MOSTRAR QUE SOMOS O “MÁXIMO” que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o “MÁXIMO” são ELES.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o “ter” e não o “ser”.
Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são e não pelo que gostaríamos que fossem.
Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia.
Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão polegar para cima, um “valeu cara, valeu”.

Entusiasmo

Hoje é necessário acreditar em você, acreditar no auxílio divino para ajudá-lo a vencer, a construir o sucesso e transformar a realidade.

Os dicionários apresentam a palavra entusiasmo como palavra de origem grega composta dos termos En Teós que na antigüidade, significava exaltação ou arrebatamento extraordinário daqueles que estavam sob inspiração divina.
O entusiasmo pode ser visto no vigor ou veemência, no falar ou no escrever, flama, exaltação criadora.
Segundo os gregos, só pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano.
Entusiasmo é agir com determinação para fazer dar certo o que planejamos.
Entusiasmada é a pessoa que acredita em si, acredita nos outros e acima de tudo no poder de Deus para capacitar o ser humano.
Só há uma maneira de ser entusiasmado. É agir entusiasticamente!
Se formos esperar ter as condições ideais primeiro, para depois nos entusiasmarmos, jamais nos entusiasmaremos com alguma coisa, pois sempre teremos razões para não nos entusiasmarmos.
Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.
Todos conhecemos pessoas que ficam esperando as condições melhorarem, a vida melhorar, o sucesso chegar, para depois se entusiasmarem.
A verdade é que jamais se entusiasmarão com alguma coisa.
O entusiasmo é que traz a nova visão da vida.
Gostaria de perguntar a você: Como vai seu entusiasmo pelo seu trabalho, Pela sua família, pelos seus filhos, por seu país e por sua missão nesta terra.
Se você é daqueles que acham impossível entusiasmar-se com as condições atuais, acredite: jamais sairá dessa situação.
Hoje é necessário acreditar em você, acreditar no auxílio divino para ajudá-lo a vencer, a construir o sucesso e transformar a realidade. Deixe de lado todo o negativismo, deixe de lado o ceticismo. Abandone a descrença e seja entusiasmado com sua vida.

Metas Desafiadoras

Não devemos esperar para mudar o que está errado em nossa vida. Vamos traçar metas, metas desafiadoras em nossa vida, mas, que sejam possíveis de ser atingidas.

Neide chegou em casa depois de uma das consultas médicas e disse aos familiares:
- Pedi franqueza ao meu médico e que não me poupasse de saber a verdade sobre meu estado de saúde, pois sinto que me resta pouco tempo.
O marido e os filhos estavam na sala ansiosos. O marido então perguntou:
- E o que eles disseram? – Neide falou:
- Os médicos me disseram que estou com uma doença incurável e que tenho poucos dias de vida. A filha mais velha, já chorando, perguntou:
- E a senhora nos conta isso com essa naturalidade, mamãe?
Mas Neide continuou falando normalmente.
- Ora, eu tenho um bom tempo para fazer tudo o que já devia ter feito algum tempo atrás. Vou arrumar toda a minha casa, colocar belas cortinas em todas as janelas, assim, elas me impedirão de ficar olhando a vida dos outros. Todos os dias tirarei o pó da casa e durante esse trabalho pensarei: “Estou me livrando das sujeiras que guardei do passado”.
Neide continuava falando, enquanto sua família, se surpreendia a cada frase.
- Vou deixar todos os meus armários organizados, guardar o que realmente uso e o resto jogarei fora ou doarei a quem precisa. Evitarei assistir ou escutar más notícias. Vou alimentar o meu espírito com leituras saudáveis, conversas amigáveis, dispensarei fofocas e não criticarei mais ninguém. Pensarei naqueles que já me magoaram e, com sinceridade, vou perdoar a todos.
Neide fez uma pausa e depois continuou:
- Todas as noites vou agradecer a Deus por tudo o que estarei conseguindo fazer nestes dias que me restam. Todas as manhãs, quando acordar, vou me perguntar: “O que posso fazer para tornar o dia de hoje um dia melhor?” Farei de tudo para transmitir felicidade para aqueles que se aproximarem de mim. E a cada dia que passar farei pelo menos uma boa ação, portanto, quando eu fechar os olhos para nunca mais abri-los, terei feito inúmeras boas ações.
Todos que ouviam Neide falando, pouco a pouco saíam, cada um para um canto da casa, chorar sozinho.
Mas Neide ficou ali no meio da sala, e nos seus olhos havia um brilho de alegria. Ela dizia para si mesma:
- “Não posso curar meu corpo, mas posso mudar a vida que me resta. A minha tarefa de casa é grande, porém, vale a pena todo e qualquer esforço. Vou conseguir realizar. Quero transformar meu mundo interior. Me tornarei uma pessoa totalmente diferente daquela que fui até ontem”.
O tempo passou. E o mais curioso e extraordinário dessa história foi o que aconteceu …
Neide conseguiu cumprir plenamente todos os compromissos que tinha assumido consigo mesma.
E dos poucos dias de vida que lhe restavam, ela viveu ainda por mais longos e saborosos vinte e três anos. Neide curou a sua própria alma. A sua doença desapareceu. Ela morreu de velhice…
Não devemos esperar para mudar o que está errado em nossa vida. Vamos traçar metas, metas desafiadoras em nossa vida, mas, que sejam possíveis de ser atingidas.

A Tese de Doutorado do Coelho

Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o “notebook” e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:

-Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
-Estou redigindo a minha tese de doutorado – disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
-Hummmm… e qual é o tema da sua tese?
Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada:
-Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos
-Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu te mostro minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois… silêncio. Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma aos trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda e resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
-Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
- Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve com a petulância do coelho:
-Ah! Ah! Ah! Ah! Coelhinho! Apetitoso coelhinho!
Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa…
-Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me a minha toca? O lobo não consegue
acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e… silêncio.
Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido. Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado, palitando os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA:
1.Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese;
2.Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3.Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria;
4.Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos;
5.O que importa é QUEM ESTÁ APOIANDO SUA TESE.